É com muito prazer que enviamos o convite para 3º encontro "Crianças em Acção".
Crianças em acção, é um Grupo auto-organizado de mães, pais, bebés e crianças que lutam por um mundo justo e sustentável.
Os encontros "Crianças em Acção" focam-se na gravidez, parentalidade, bebés e crianças como um estímulo/possibilidade de consolidação de uma forma de vida mais consequente e em harmonia com o planeta terra. Acreditamos que, desde o ventre, as nossas crianças nos impelem a repensar os nossos hábitos e a assumir uma postura mais sustentável face ao mundo que nos rodeia.
Os encontros realizam-se no primeiro Sábado de cada mês, num ambiente descontraído, povoado de almofadas confortáveis, mantas coloridas e brinquedos para os mais novos (cada participante é convidado a trazer consigo alguns destes objectos).
Esperamos que estes encontros sejam, acima de tudo, um espaço de partilha e que ajudem a quebrar o isolamento em que muitos pais e futuros pais se sentem.
Esta quinta-feira pelas 20h:
A TORNALLOM
Agora que o bom tempo começa a surgir, a Casa da Horta vai organizar um Picnic vegetariano e contará também com uma banca do GAIA, no dia 28 de Junho, no Parque Municipal das Virtudes (perto da Cordoaria - Porto) com diversas actividades e outras associações presentes.


Celebramos mais uma ano de existência da Horta Popular da Calçada do Monte a partir das 11h com Oficina da Eco-Construção, Chi Kung, actividades para crianças (pinturas faciais e jogos), pic-nic, debate sobre as hortas urbanas em Lisboa e concertos até ao pôr-do-sol.


OLÁ a todos!
A gigante empresa petrolífera Royal Dutch Shell, aceitou no dia 8 de Junho pagar 15,5 milhões
de dólares na sequência de um processo extra-judicial pela sua alegada cumplicidade na morte de nove activistas que lutavam contra as suas actividades no delta do Níger, entre eles o autor e activista ambiental Ken Saro-Wiwa. O caso alega ainda que a Shell promoveu graves violações dos direitos humanos ao ser cúmplice da morte e tortura de activistas, para além de severos danos ambientais e sociais no povo Ogoni, que habita aquela região rica em petróleo. Apesar de tudo, A Shell publicita no seu sítio na web o pagamento dos 15,5 milhões de dólares como um gesto de acção humanitária, omitindo todas as informações de que fora acusada e tentando encerrar um episódio marcado por quase cinco décadas de violência e prejuízos ambientais irreversíveis com mais uma lavagem de imagem da multinacional.
Fontes: BBC: HYPERLINK "http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/8090493.stm"http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/8090493.stm
10 de Junho, a partir das 10h
venha de bicicleta até à praia
O mundo a seus pés @ projecto270
Alimentação 100% biológica
Projecção do documentário "The End of Suburbia"
Cabe hoje a todos os cidadãos desenvolverem esforços de forma a enfrentarem os grandes desafios impostos pelo aquecimento climático, perda de biodiversidade e imposição da homogenização de pensamento. Para o dia 10 de Junho, desenhamos um dia que pretende ser uma contribuição, mais um passo para a resolução destes problemas globais.

Conto agora uma acção que tomou lugar numa rua de uma pequena cidade da margem sul, na Amora, na semana passada:
Ao saber que iam cortar as arvores da rua onde moram (por verem fitas á volta das arvores nessa noite), sem qualquer aviso prévio sobre quais os motivos (que depois se descobriram ser só porque a entidade municipal responsável quer cortar custos, e prefere cortar as árvores de raiz para nao ter d podar árvores de 6 em 6 meses), os moradores juntaram-se, fizeram barulho, falaram com a vizinhança da noite para a manhã, fizeram uma petição, mobilizaram crianças da escolinha em frente para apoiarem (entretanto o tema de trabalho da escola mudou de "crise" para "ambiente", e as crianças da escola fizeram desenhos e assim mostrarem que nao queriam que as arvores da rua fossem cortadas :)
A RUA, símbolo cultural central que é necessário defender, dever ser de TODO@S NÓS. as sucessivas lavagens cerebrais levadas a cabo pelo meios de propaganda, que incutem medo e sentimentos de insegurança, visam afastar-nos da RUA e manter-nos enclausurados em casa,e, quanto mais fechadinhos, mais mansinhos.
é urgente reivindicar o nosso direito de usufruir da RUA como quisermos e celebrá-la saindo à RUA todos os dias.
quando se questiona e desafia a realidade que vivemos no presente há sempre a dúvida congelante sobre "se vou jogar pelo seguro e fico em casa ou vou para a RUA".
a RUA deve ser um espaço vivo de movimento humano, discussão, relações sociais, liberdade e espontaneidade.
a privatização do espaço público alimenta a erosão das sociabilidades dos bairros, das vizinhanças. a comunidade desaparece...no espectáculo fechado (casa).
porque queremos recuperar o nosso espeço na cidade e porque achamos que a cidade é de TODA A GENTE, saímos à RUA e convidamos-te a juntares-te à arruada, que contará com concertos, performances, cinema, dança e outras surpresas a custo zero, no dia 30 de maio às 17:29, nos restauradores.