O blog A Nossa Terrinha tem desenvolvido duas séries interessantes sobre a morte lenta a que @s portugueses/as vão votando a sua própria língua.
Resistir à investida do "tudo em inglês" é resistir à monocultura linguística, preservando as palavras e as expressões que fazem parte da cultura portuguesa e que são um retrato das vivências dos nossos antepassados. É importante que a terminologia das várias tecnologias, ciências, desportos ou passatempos da actualidade seja traduzida para português, pois caso contrário a nossa língua começa a parecer um "fóssil", sem capacidade para descrever aquilo que se vivencia através de um estilo de vida moderno (seja isso o que fôr).
Não menosprezamos a importância de estimular a capacidade de comunicação entre vários povos, mas que isto não seja feito à custa da diversidade linguística. E talvez um dia se possa decidir democraticamente por uma língua franca internacional, como por exemplo se pensou para o Esperanto, em vez de assistir placidamente à investida da língua inglesa como língua franca internacional devido à capacidade imperialista inglesa e, posteriormente, norte-americana.
Voltando à nossa terrinha, as duas séries são Chama-se língua portuguesa e Nomes comerciais. Alertamos que a leitura pode por vezes ser hilariante.
Comentários
O esperanto resiste, apesar
O esperanto resiste, apesar da voracidade do capitalismo em nos impôr a língua inglesa. A comunidade esperantista mundial, hoje, tem uma característica muito interessante: há uma tendência ao preservacionismo das línguas nacionais e até regionais por parte dos esperantistas.
Espero que se um dia o esperanto se tornar mais popular, esse pensamento continue.
O esperanto ainda é uma opção
O Esperanto já utilizado para contatos internacionais.
Só mesmo uma língua sem nacionalidade como o Esperanto, pode ser internacional.
Façam uma pesquisa no Google com a palavra "esperanto" e vocês verão como o esperanto é mais utilizado do que se imagina.
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