O primeiro número da Revista Alentroca já está pronto!
Veja-o em anexo, em formato PDF.
Esta é uma nova publicação que está a nascer no Sudoeste Alentejano. Visa
criar ou fortalecer o tecido social, facilitar uma economia solidária com uma
forte componente de trocas e aproximar pessoas com ideias semelhantes.
Se vos agradar, encorajamo-vos a difundi-lo pelos vossos contactos, para
que a rede social possa crescer.
Aproveitamos também para anunciar que quem deseje colocar algum
anúncio no próximo número já o poderá fazer. Basta para isso usar os
contactos presentes na própria revista.
http://www.avante.pt/noticia.asp?id=32479&area=25
“Assinalou-se na passada terça-feira o «Dia europeu da internet segura». Perguntar-se-á o leitor e bem sobre qual a sua utilidade. Resultando sobretudo das pressões dos lobbies, cumprindo os objectivos da agenda política e ideológica da burocracia de Bruxelas e servindo essencialmente para desviar atenções do essencial, existem dias e anos europeus para todos os gostos, a esmagadora maioria deles completamente inúteis.
O dia 30 de janeiro é o dia mundial da abolição do consumo da carne, aqui estão as razões ambientais e sociais pelas quais muitas pessoas deixaram de consumir carne. Vale a pena ver o site da AVP que tem muito mais informacões sobre o assunto.
O custo ambiental de produzir 1Kg de carne.
Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira
- Segundo um estudo da ONU de 2006, a indústria de produção de carnes é o principal responsável mundial das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, com 18%, ao passo que todos os transportes somados geram 13%.(1).
- A pecuária gera diretamente 80% do desmatamento no bioma amazônico (2) e 14% em todo o mundo.
- Somos quase 7 bilhões de pessoas na Terra e para produzir carnes anualmente cria-se mais de 60 bilhões de animais (sem contar com peixes, moluscos, entre outros animais) que consomem água, comida e recursos energéticos, necessitam de espaço, despejam detritos, contaminam os rios, lagos e mares, causam erosão e geram poluição atmosférica.
O paradoxo da concorrência:
a liberdade de empreendimento em regime de concorrência gera uma disciplina severa, em claro contraste com a indisciplina em regra gerada pela tutela estatal.
Este paradoxo tem profundas consequências políticas porque é contra-intuitivo. Nas culturas políticas sem hábitos de liberdade - em regra culturas políticas continentais, por contraste com marítimas - a ideia comum é precisamente a contrária. As pessoas tendem a pensar que a liberdade e a concorrência geram indisciplina ou, em alternativa, a opressão do forte pelo fraco. Daqui surgem duas tendências rivais que se alimentam mutuamente no combate à livre concorrência.
Convergência entre rivais.
O paradoxo da concorrência:
a liberdade de empreendimento em regime de concorrência gera uma disciplina severa, em claro contraste com a indisciplina em regra gerada pela tutela estatal.
Este paradoxo tem profundas consequências políticas porque é contra-intuitivo. Nas culturas políticas sem hábitos de liberdade - em regra culturas políticas continentais, por contraste com marítimas - a ideia comum é precisamente a contrária. As pessoas tendem a pensar que a liberdade e a concorrência geram indisciplina ou, em alternativa, a opressão do forte pelo fraco. Daqui surgem duas tendências rivais que se alimentam mutuamente no combate à livre concorrência.
Vídeo com as acções realizadas em Lisboa no Dia Sem Compras 2009.
28 de Novembro de 2009.
Durante a manhã, 12 activistas realizaram um passeio de "Carrinhos Fantasma" num centro comercial de Lisboa. Iniciaram a acção a passar individualmente pelas caixas de um hipermercado com os carrinhos vazios e a desejar aos presentes um "Bom-Dia sem Compras". Depois juntaram-se em fila e deram início ao cortejo dos "Carrinhos Fantasma". Daí passearam durante uma hora pelas ruas do centro comercial, levando autocolantes do Dia Sem Compras, e despertando a curiosidade dos consumidores presentes. "Dia Sem Compras?"
Uma viagem de avião inicia-se com a submissão a um repertório de indignidades: o passageiro é semi-despido, descalçado, apalpado.
Quem se sujeita a isto também aceitará com docilidade ser pesado. É essa a conjectura da ‘low-cost' Ryanair, que vê uma oportunidade para introduzir uma estrutura de preços mais lucrativa, discriminando a tarifa em função do índice de massa corporal dos passageiros e justificando-se com argumentos ambientais. Num inquérito promovido pela companhia, mais de 40% dos inquiridos mostraram-se favoráveis à ideia.
No dia 28 de Novembro dirigimo-nos a grandes superfícies comerciais na cidade do Porto a fim de praticar uma acção comemorativa do Dia Internacional Sem Compras.
Sábado 28 de Novembro vamos celebrar o Dia Sem Compras
No próximo sábado, 28 de Novembro, é celebrado o Dia Sem Compras. Durante este dia celebrado todos os anos a nível mundial, como um manifesto contra o consumismo desmedido e insustentável tão presente na maioria das sociedades, pessoas de todo o Mundo decidem não comprar nada!
Website: http://dia-sem-compras.gaia.org.pt
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1411466
Se nada for feito, restam três hipóteses aos industriais: fechar fábricas, importar madeira ou emigrar. O cenário é traçado por Fernando Rolin, da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP). A razão? O pinhal nacional não irá conseguir abastecer a indústria num futuro muito próximo. Para tentar resolver alguns dos estrangulamentos, o Governo vai rever o plano de investimentos para o sector.
A única espécie que está em franco declínio no país é o pinheiro-bravo. Já se sabia desde o último Inventário Florestal Nacional (2006) e já se adivinhava face ao que se tem vindo a passar no terreno. Se não são os incêndios, que nos últimos anos têm sido particularmente vorazes em zonas de pinhal, é o nemátodo do pinheiro, que no ano passado invadiu a Região Centro, onde o seu combate é muito mais difícil. E todos estes problemas derivam de um maior: a ausência de gestão.