Ementa:
Arroz Cor-de-Laranja
acompanhado de
Salada Multicolor
Com o apoio da PAGAN
A solidariedade com a população de Gaza está hoje nas ruas em centenas de cidades de todo o mundo, numa acção global para travar o bloqueio e a impunidade dos crimes contra os direitos humanos.
Condenamos o bloqueio imposto à população da Faixa de Gaza de há 3 anos para cá, alegadamente por motivos de segurança, na realidade causando e agravando a cada dia a situação de extrema carência daquela população.
O recente ataque em águas internacionais à flotilha “Gaza Livre” pelo exército israelita, causando pelo menos 9 mortos e vários feridos entre os activistas que traziam ajuda humanitária à população da Faixa de Gaza, representa mais uma violação inaceitável das convenções internacionais e dos direitos humanos. a começar pelo direito à vida d@s habitantes da Faixa de Gaza e d@s que @s tentam auxiliar. Não pode passar impune. Não podemos ficar indiferentes.

A PAGAN - Plataforma Anti-Guerra, Anti-Nato realiza uma Assembleia Pública no Porto, no próximo sábado, dia 20. Objectivo: alargar o espectro de um movimento de pessoas empenhadas em lutar contra a NATO, em denunciar junto da opinião pública a política agressiva da Organização do Tratado do Atlântico Norte, desmistificando-lhe a coroa de exército da paz.
Portugal, país fundador da NATO, acolhe pela primeira vez uma cimeira da Aliança Atlântica, da qual sairá o seu novo conceito estratégico. Foi a pensar na contestação à cimeira anunciada para Novembro, em Lisboa, e com o objectivo de manifestar pública e pacificamente o desagrado com as políticas belicistas da NATO, que a PAGAN foi criada em Setembro passado, em Lisboa.

Abandonada pelo seu inimigo fiel, o Pacto de Varsóvia, a NATO deixava de ter razão de existir. Com o papão comunista indisponível e sem uma nova ameaça credível à mão de semear, o Ocidente decidiu orientar a Aliança Atlântica para o que chamou de guerras humanitárias, de forma que o mundo pudesse ter um braço armado das forças civilizadoras. Para isso, potenciou e prolongou uma guerra, gerindo a informação de forma a que um dos lado fosse diabolizado e que a NATO aparecesse como a única salvação possível para os inocentes oprimidos. Indiferente, como sempre, ao sofrimento, o mundo ocidental garantia uma justificação plausível para a manutenção deste seu mega exército.
Com a criação desse novo e lato inimigo chamado terrorismo, essa justificação deixou de ser necessária, mas não lhe podemos retirar a importância de, durante quase uma década, ter permitido à NATO continuar a operar sem que alguém perguntasse porquê ou para quê. Para que essa relevância não seja esquecida neste caminhar até à contestação à cimeira da NATO de Novembro, em Lisboa, o Cinema Comunitário deste mês foi "oferecido" à Plataforma Anti-Guerra Anti-Nato (PAGAN), que o preencheu com as habituais sessões documental e de ficção.

5ª, 11 março 22h00 entrada livre
retirado de: http://casa-viva.blogspot.com/2010/03/zeitgeist.html
Zeitgeist Addendum estreou no 5 º Festival Anual de Cinema Activista em Los Angeles, Califórnia, em 2 de Outubro de 2008. O documentarista Peter Joseph debruça-se sobre a verdadeira fonte de instabilidade na nossa sociedade, onde se fala da globalização, da manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras. Ao mesmo tempo, apresenta a sua visão da solução para o problema, defendendo um novo sistema social, cujo objectivo é nada menos nada mais do que a aplicação do método científico como preocupação social.
CasaViva - http://casa-viva.blogspot.com
Praça do Marquês de Pombal, 167 (Bate à porta)
Porto
No dia 18 de Fevereiro, 5ª feira, pelas 18h., participa em mais uma ASSEMBLEIA ABERTA da Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO, no Grupo Desportivo da Mouraria, Travessa da Nazaré, 21 – 1°; 1100-368 Lisboa, (Sede do GAIA http://www.gaia.org.pt/), com a seguinte Ordem de Trabalhos:
- 18h. – 19h. Informações; pequeno balanço das acções já efectuadas; propostas de acções futuras; propostas de grupos de trabalho, sua estruturação, seu funcionamento, sua articulação com Assembleia PAGAN.
- 19h- 19:30h – Debate em grupos, com vista a detalhar e viabilizar as diversas propostas presentes à assembleia no início.
- 19h30- 20:00h Debate, em plenário, com vista à aprovação dos diversos acordos pelos presentes.
Nota: DEPOIS, HAVERÁ UM JANTAR VEGAN ORGANIZADO PELO GAIA, SEGUIDO DE PROJECÇÃO DE UM FILME (A DESIGNAR) E DEBATE SOBRE AS LUTAS ANTI-NATO E AS PERSPECTIVAS DE LUTA, ESPECIALMENTE TENDO EM VISTA A PRÓXIMA CIMEIRA DA NATO EM PORTUGAL, EM NOVEMEBRO DE 2010.
Blogue antinatoportugal.wordpress.com
E-mail: antinatoportugal [at] gmail [dot] com
Militants that entered last Sunday the airforce base of Kleine-Brogel, Limburg (Belgium), have managed to film their intrusion and have put the video on youtube. Security personal could only arrest the intruders after more then one hour. The activists protested against the presence of American nuclear weapons on the belgian base.
According to Hans Kristensen, an expert of the Federation of American Scientists (FAS), the so-called 'bombspotters' have managed to penetrate 'deep' into the base. The activists first broke through the outer fence and then succeeded in passing the second security perimeter. They reached the zone where probably the nuclear weapons arsenal is stored.
MEDAL
"Probably the activists will be charged of illegal trespass of military domain, but actually they should be honored with a medal because they brought the security problems of the Kleine-Brogel base into the spotlight", says Kristensen on the website of FAS.
According to the expert the American army has permanently based 130 soldiers and stores between ten and twenty B-61 nuclear missiles on the base.
A Plataforma Anti-Guerra Anti-Nato (PAGAN), ramo português da Campanha Internacional «No To War, No to NATO», convoca uma concentração de protesto contra a participação de Portugal na criminosa guerra do Afeganistão, no dia 28 de Janeiro, pelas 18h00, no Arco da Rua Augusta, em Lisboa, e apela a todas as pessoas e organizações defensoras da paz a unirem esforços nesta campanha. Neste acto público inaugurar-se-á a recolha de assinaturas para subscrição dum abaixo-assinado, «pela retirada imediata das tropas portuguesas da NATO do Afeganistão».
Assina online a petição pela saída imediata das tropas portuguesas do Afeganistão
A Comissão Coordenadora da campanha internacional: ''Não À Guerra, Não À OTAN'', vai realizar uma reunião de trabalho em Lisboa, a 11 e 12 de Dezembro, onde irá abordar vários assuntos da própria campanha e efectuará contactos com entidades portuguesas.
A Plataforma Anti Guerra Anti Nato (PAGAN), ramo português da referida campanha, convida os orgãos de comunicação social para encontro com elementos da campanha: ''Não À Guerra, Não À OTAN'', para 11 de Dezembro, das 17.30h às 18.30h.
Local do encontro: Ateneu Libertário de Lisboa na Rua do Salitre, 139 1º.
Telemóvel: 966685178 antinatoportugal [at] gmail [dot] com
http://antinatoportugal.wordpress.com
A EPAL e a companhia israelita Mekorot, acusada de violação do Direito Internacional, tornaram-se parceiros desde Abril deste ano, para elaborar um plano de prevenção de um ataque terrorista à água potável na região da grande Lisboa. O Comité de Solidariedade com a Palestina pediu à EPAL que reconsiderasse esta parceria, denunciando o roubo sistemático dos recursos hídricos do povo palestiniano, mas esta rejeitou o apelo. Fontes palestinianas consideram esta parceria imoral.
O projecto de cooperação entre a empresa nacional de águas de Israel, a Mekorot e a EPAL (Empresa Portuguesa das Águas Livres) começou em Abril deste ano, tendo como objectivo a elaboração de um plano para a redução dos riscos de um ataque terrorista implementando um alto nível de preparação para eventuais crises da água. A empresa portuguesa segue as recomendações da Mekorot que poderão ser lidas no seu próprio site, enunciadas pelo seu presidente, Eli Ronen: “O evento do 11 de Setembro de 2001 trouxe um desenvolvimento substancial de uma sensibilização, propagada pelo mundo ocidental, para o perigo nos sistemas de água trazido pelos terroristas. Os sistemas municipais são os mais vulneráveis aos ataques terroristas”.