
5ª, 11 março 22h00 entrada livre
retirado de: http://casa-viva.blogspot.com/2010/03/zeitgeist.html
Zeitgeist Addendum estreou no 5 º Festival Anual de Cinema Activista em Los Angeles, Califórnia, em 2 de Outubro de 2008. O documentarista Peter Joseph debruça-se sobre a verdadeira fonte de instabilidade na nossa sociedade, onde se fala da globalização, da manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras. Ao mesmo tempo, apresenta a sua visão da solução para o problema, defendendo um novo sistema social, cujo objectivo é nada menos nada mais do que a aplicação do método científico como preocupação social.
CasaViva - http://casa-viva.blogspot.com
Praça do Marquês de Pombal, 167 (Bate à porta)
Porto
O que é um Banco Ético por definição?
É uma organização bancária envolvida na finança ética.
Ética
Um banco ético concede empréstimos para profissionais ou empresas cujas actividades contribuem para bem-estar e harmonia social, ecológica e cultural, preocupando-se mais com os benefícios que os projectos que apoia criam do que com o próprio lucro. Apoia também iniciativas que permitam o desenvolvimento da economia local.
Transparência
Estes bancos publicam todos os anos o seu relatório anual, com informação transparente sobre os investimentos efectuados.
Solidariedade
Respeito e cuidado para com os seres humanos e a natureza é o principal compromisso dum banco ético.
TRIODOS é o maior banco ético no Norte da Europa.
Triodos escolhe um terço das companhias existentes segundo critérios ambientais e sociais.
As companhias que se seguem no final deste texto são elegíveis para investimentos pelo Triodos Bank sustainable investment funds (1 de fevereiro 2010):
Um importante exercício de lógica que relembra a divisão entre o capitalismo e a organização da sociedade.
Há que lutar para manter tudo aquilo que conquistámos de positivo até aqui, através da realização de reformas que possam garantir uma vida digna a todos os seres ao cimo da terra.
Entre estes feitos não se encontra obviamente o capitalismo, que apenas tem vindo a arrastar a decadência humana.
Outras formas de organização da sociedade existem, acreditamos ainda na renascença do verdadeiro socialismo.
Capitalismo e violência
Santiago Alba Rico (*)
P - Como Naomi Klein, embora de um ponto de vista diferente e com uma abordagem totalmente distinta, tu também escreveste bastante sobre as relações entre capitalismo e violência. Segundo ela, somente o capitalismo mais fundamentalista, o neo-liberalismo de Milton Friedman, necessitou impor-se pela força. A minha primeira pergunta é se estás de acordo com isto ou se consideras que a violência é inerente a todo tipo de capitalismo. Se assim for, o que é que faz do capitalismo algo de essencialmente violento?
Fonte: Público on-line , consultado em 15 de Fevereiro de 2010
Pelo menos 12 civis morreram hoje, no Afeganistão, depois de dois rockets que visavam insurrectos taliban em Marjah terem falhado o alvo “em 200 metros”, reconheceu a NATO.
Um comunicado acrescenta que o general norte-americano Stanley McChrystal, comandante da Isaf, já contactou o Presidente afegão, Hamid Karzai, para lamentar este “acidente infeliz”, no segundo dia da Operação Mushtark. O comunicado surgiu minutos depois de Karzai ter lastimado a morte de dez civis de uma mesma família, vítimas da explosão de um rocket sobre a sua casa em Nad Ali. Trata-se de um distrito a leste de Marjah que soldados britânicos e afegãos tentam controlar, desde que começou, no sábado, a maior ofensiva aérea e terrestre da NATO desde 2001.
ATTAC abre o debate público em Portugal sobre a medida e os indicadores de desenvolvimento e qualidade de vida
Há mais vida para além do PIB
Sábado, 16 de Janeiro, 15h30
Biblioteca Museu República e Resistência
(R. Alberto Sousa, nº 10A – Bairro do Rêgo)
•••
Colóquio com os economistas:
Gualter Barbas Baptista activista do GAIA e investigador do ECOMAN - Centro de Economia Ecológica e Gestão do Ambiente – FCT/UNL
José Castro Caldas CES – Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
Luis Francisco Carvalho ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
Manuela Silva Professora Universitária (aposentada)
Susana Peralta Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa
O paradoxo da concorrência:
a liberdade de empreendimento em regime de concorrência gera uma disciplina severa, em claro contraste com a indisciplina em regra gerada pela tutela estatal.
Este paradoxo tem profundas consequências políticas porque é contra-intuitivo. Nas culturas políticas sem hábitos de liberdade - em regra culturas políticas continentais, por contraste com marítimas - a ideia comum é precisamente a contrária. As pessoas tendem a pensar que a liberdade e a concorrência geram indisciplina ou, em alternativa, a opressão do forte pelo fraco. Daqui surgem duas tendências rivais que se alimentam mutuamente no combate à livre concorrência.
Convergência entre rivais.
O paradoxo da concorrência:
a liberdade de empreendimento em regime de concorrência gera uma disciplina severa, em claro contraste com a indisciplina em regra gerada pela tutela estatal.
Este paradoxo tem profundas consequências políticas porque é contra-intuitivo. Nas culturas políticas sem hábitos de liberdade - em regra culturas políticas continentais, por contraste com marítimas - a ideia comum é precisamente a contrária. As pessoas tendem a pensar que a liberdade e a concorrência geram indisciplina ou, em alternativa, a opressão do forte pelo fraco. Daqui surgem duas tendências rivais que se alimentam mutuamente no combate à livre concorrência.
Uma viagem de avião inicia-se com a submissão a um repertório de indignidades: o passageiro é semi-despido, descalçado, apalpado.
Quem se sujeita a isto também aceitará com docilidade ser pesado. É essa a conjectura da ‘low-cost' Ryanair, que vê uma oportunidade para introduzir uma estrutura de preços mais lucrativa, discriminando a tarifa em função do índice de massa corporal dos passageiros e justificando-se com argumentos ambientais. Num inquérito promovido pela companhia, mais de 40% dos inquiridos mostraram-se favoráveis à ideia.
Considera ser o desafio moral do século: a luta contra as alterações climáticas. James Hansen, um dos mais eminentes estudiosos do clima, o homem que alertou para os perigos das alterações climáticas muitos anos antes de Al Gore abrir os olhos ao mundo com o seu documentário “Uma Verdade Inconveniente”, falou ao “The Guardian” nas vésperas da cimeira de Copenhaga. E o que tem a dizer não é agradável. Hansen diz que é preferível que a cimeira redunde em fracasso, dado que o ponto de partida é profundamente defeituoso. Mais valia começar tudo do zero, argumenta.
Hansen opõe-se veementemente aos esquemas de compra e venda de emissões de CO2 para a atmosfera entre nações
“Preferia que não acontecesse [um acordo em Copenhaga], se as pessoas aceitarem a cimeira como sendo a ‘via certa’, em vez de a ‘via do desastre’”, indicou Hansen, que dirige o Instituto Goddard para os Estudos Espaciais, da NASA, em Nova Iorque.
Esta semana, o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, deixou implícito que poderá haver necessidade de ocorrer uma subida de receita por via dos impostos nos últimos anos da actual legislatura, para Portugal reduzir o défice orçamental que está nos 8% do Produto Interno Bruto (PIB). As regras de Bruxelas mandam que baixe para 3% em 2013, o mais tardar.
"Os custos de cumprimento [no pagamento de impostos] das empresas, em Portugal, são regressivos, dado que incidem mais, em termos relativos, sobre as PME", concluiu a investigadora Cidália Mota Lopes, da Universidade de Coimbra. As empresas mais pequenas, com volume de negócios inferior a dois milhões de euros, pagam o equivalente a mais de 5% da sua facturação no cumprimento das suas obrigações fiscais. Uma empresa de grande dimensão (50 milhões ou mais de facturação) paga cem vezes menos (0,05%).
As actividades que consomem mais recursos às empresas são a preparação, informação e preenchimento de declarações fiscais (24,7%), o encerramento e contas (22,1%), o estudo da legislação fiscal (12,2%) e o planeamento fiscal (10,9%), explica o estudo de Cidália Mota Lopes.