Junta-te a nós este verão:
Vamos pedalar pela Justiça Climática!
Não estamos preocupados com as nuvens de cinza de vulcão se meterem no nosso caminho: vamos pedalar de North Yorkshire (Reino Unido), via Oxford, Bristol, Caen, Le Havre, Calais, Ostende e Bruxelas até Cologne (Alemanha). O percurso, de 1700km, irá seguir mobilizações pela Justiça Climática e demorará mais de 2 meses: de 25 de Junho a 31 de Agosto de 2010.
Se te queres juntar a (uma parte) da biketour, estás convidado! Preenche o formulário de registo aqui!
A Ecotopia Biketour não é apenas uma viajem a pedal por panoramas pitorescos, é também preenchida por acções e campanhas por mais justiça ambiental e social!
O Governo espanhol prepara-se para aplicar a mais elevada multa de sempre ao sector nuclear, por ocultação da fuga radioactiva na central de Ascó, detida pela Endesa e Iberdrola. O processo sancionatório será aberto em Setembro e a multa pode chegar a 22,5 milhões de euros.
[Dinamarca] Contra a cúpula COP15 em Copenhague em dezembro de 2009
Nunca confie em uma COP!
Convocatória Internacional de Ação Climática
A catástrofe é real e a mudança climática é um dos seus vários sintomas. O slogan inevitável da COP 15, "evitar a crise climática global", é um embuste elaborado para ocultar o verdadeiro propósito da COP 15, ou seja, restaurar a legitimidade do capitalismo global, através da instituição do capitalismo “verde".
Será empregada uma nova retórica "para evitar a mudança climática" para justificar a repressão, suas fronteiras fortificadas, suas guerras coloniais pelos recursos naturais. Vestir o Imperador com novas roupas. Nossa resposta a esta mentira é um NÃO firme e absoluto.
Torna-se necessário alterar muito mais que os nossos hábitos em tempo de ócio para sustentar o mundo nos próximos dias. Seria muita tolice depositar as nossas esperanças justamente sobre aqueles que continuam a destruir o planeta por dinheiro.
Para não esquermos a Paula e as palavras que nos deixou: "Afinal este é o nosso tempo e só nele poderemos concretizar"!
Paula Tavares
http://www.ecoblogue.net/
Ao serem entrevistados por Michael Moore, os dois criadores de South Park, responderam a certa altura que por mais defeitos que lhe encontremos ainda bem que a sociedade existe, nem que seja apenas para agir sobre o nosso lado biológico. Justificavam então como as crianças sem esta acção se podem tornar rapidamente nos seres mais cruéis à face da terra. O paradigma de rejeitarmos a formatação mas de lhe reconhecermos uma função lembra-me aquilo em que na maior beleza está também o maior monstro.
“Quantos de vocês em crianças se lembram das atrocidades feitas a pequenos bichos, de insectos a aves e um pouco mais além?”. A falta de identificação com o sofrimento do próximo, explicada pela falta de vivência e da ainda fraca consciência do “si”, explica porque as crianças facilmente infligem sofrimento sem sentido de compaixão… e quando terrivelmente usadas na guerra se tornam em armas mortíferas e sem qualquer misericórdia.
Urânio - é um país?
Procurando as origens da Energia Nuclear
De onde vem a tua electricidade?
Este documentário procura as origens da energia nuclear e aponta para a Austrália. Aí a mina de Urânio Olympic Dam é gerida pela multinacional BHP Billiton. Consome grandes quantidades de água, um recurso sem preço. Um residente indígena fala do impacto que a mina tem no ambiente em que vive.
Entretanto, a 1300 km de distância, em Melbourne, dão-se protestos na sede da BHP - os activistas pretendem que o negócio sujo termine.
A extracção de urânio é bastante lucrativa e a sua procura está a aumentar. O porta-voz da Associação de Urânio da Austrália fala de um futuro radioso. Argumenta que a Austrália tem potencial para mais 15 a 20 minas de urânio.
Do outro lado do mundo, a egernia nuclear é sujeita a debate.
Esta quinta-feira, no Centro Social do Gaia, pelas 19h00 antes do Jantar Popular:
Urânio - é um país?
Procurando as origens da Energia Nuclear
De onde vem a tua electricidade?
Este documentário procura as origens da energia nuclear e aponta para a Austrália. Aí a mina de Urânio Olympic Dam é gerida pela multinacional BHP Billiton. Consome grandes quantidades de água, um recurso sem preço. Um residente indígena fala do impacto que a mina tem no ambiente em que vive.
Entretanto, a 1300 km de distância, em Melbourne, dão-se protestos na sede da BHP - os activistas pretendem que o negócio sujo termine.
A extracção de urânio é bastante lucrativa e a sua procura está a aumentar. O porta-voz da Associação de Urânio da Austrália fala de um futuro radioso. Argumenta que a Austrália tem potencial para mais 15 a 20 minas de urânio.
Do outro lado do mundo, a egernia nuclear é sujeita a debate.
Para quem não conhece a história, há muitos muitos anos, vem um comboio de França para Alemanha depositar os resíduos nucleares proveniente da actividade nuclear francesa. Esse comboio chama-se Castor e a terra onde os resíduos são depositados Gorleben (Alemanha). Uma viagem que seria calma e relativamente rápida, há muitos anos que demora muito a realizar-se. Já houve 1 ano em que o comboio teve mesmo que voltar para trás.
Aqui ficam algumas imagens dos protesto do bloqueio deste ano!
O slogan desta campanha é: Nós atravessamos-nos (ao Castor), "Wir stellen uns quer!", que traduzindo melhor significa qualquer coisa como, "Nós bloqueamos (o Castor)!"
Para saber e ver mais info, ver em: de.indymedia.org, http://www.x-tausendmalquer.de/...
A «Plataforma Antinuclear Cerrar Almaraz» vai realizar uma manifestação contra a central nuclear de Almaraz no Sábado 13 de Setembro.
A central fica junto ao rio Tejo a menos de 100km da fronteira portuguesa. À semelhança de anos anteriores, a Quercus irá juntar-se ao protesto.
A Quercus informará acerca da programação que irá elaborar (no ano passado realizou-se uma visita ao Parque Nacional de Monfrague).
Os interessados em participar no protesto podem desde já contactar o Núcleo Regional de Portalegre para organizarmos os transportes. quercus [dot] portalegre [at] gmail [dot] com tel 960107080 e 960207080